De repente, vereador Marquinhos explode. O que foi que houve, que de uma hora para outra Marquinho explodiu?

por: Paulo da Silva

Quem estava ouvindo em casa, a sessão da Câmara de Vereadores de Pedro Gomes, ficou atento a cada palavra que seria proferida da boca do vereador Antônio Marcos Teodoro, o Marquinho eleito pelo antigo Democratas, partido, agora União-Brasil. Era da base do prefeito William Fontoura, eram carne e unha, mas agora, o parlamentar parece ter chutado o pau da barraca; falou grosso e alto conjugando diversas críticas ao atual prefeito.

Ninguém na Casa, me refiro aos seus pares, revidou ao final. Tentaram ignorar. Esse vosso editor até tentou arrancar um risinho do nobre Edil, dizendo para ele ir devagar que a mesa era de compensado e poderia até quebrar por conta dos murros e tapas dados por ele no mezanino. Ele permaneceu sério, rígido e fitando o horizonte. Teve um momento que ele revirou os olhos, diante de mais uma tirada insistente de minha parte, tentando colher algo. Nos corredores da Casa, pós sessão, silêncio sepulcral.

Mas, a leitura que se faz de seu discurso inflamado, é que Marquinhos deve ter se magoado com alguma coisa, algo pessoal, pois essa é uma postura nova do vereador. Problemas corriqueiros, todas as gestões tiveram e ele sendo vereador e com ele mansinho, sem se alterar. A ex-prefeita Maura Jajah (MDB) o ex-prefeito Vanderley Mota (PSB) tiveram seus problemas administrativos e Marquinhos não foi tão exacerbado em suas falas na tribuna. Dessa vez, em mais de duas ocasiões bateu na mesa, esmurrou, fungou, olhar de devorador… Parecia encenar. Os demais pares, não deram um pio. Quietos como passarinho na muda, silentes, surpresos. Mas por qual, razão e circunstância Marquinhos ficou tão aperreado? Será que só Freud explica? Pois, problemas por problemas outras gestões tiveram e certamente no futuro, outras as terão.

“Compinchas do prefeito”…

 

Fogo na Casa. Ao usar essa expressão infeliz, Marquinho parecia querer briga. “Cadê os compinchas do prefeito”, bradava e olhava para o vereador Chiquinho da Vila(PDT) que sempre defende o prefeito, embora não tenha sido nomeado para ser o líder do gestor na Casa. Chiquinho balançava a cabeça. Sim senhor, concordando com o colega, balançava a cabeça de forma positiva, sem discordar do coleguinha irado. Marquinho seguia esperneando, bravo e ninguém, nem sequer as meninas da Casa de Leis apareceram com um suco de maracujá, para acalmar o expressivo parlamentar.

Gennnnnnnte, foi a expressão de Mauro Júnior quando soube do bafafá

Pois bem, Mauro Júnior que responde pela Presidência da Casa estava ausente. Ela foi comandada de forma brilhante pelo vereador Adaídes Francisco, o Lobinho, que fazia pequenas ponderações nas discussões dos colegas, mas desta vez ficou quieto, não disse nada. Intimidados?

O PNEWS tentou a manhã toda apurar o que houve com Marquinhos que saiu do seu ritmo normal. Na prefeitura, visualizaram, mas não falaram nada. Coloquei algumas situações imaginárias (modéstia parte sou bom e deduzir as coisas) para ver se arrancava algo, nada. Somente um kkkkk, mas, nadica de nada de posicionamentos. Mauro Júnior disse ao editor do post que iria se inteirar da situação que desconhece qualquer motivo, mas que iria conversar com o colega que faz parte da atual Mesa Diretora da Casa de Leis.

Nicanor X Jairo

O vereador Nicanor Farias(PSDB) e Jairo dos Santos (Patri) vivem de trocar alfinetadas na Casa. Em certa ocasião, Jairo e Nicanor quase foram as vias de fato, o que obrigou Mauro Júnior às pressas elaborar uma cartilha de ética, alertando os pares em incorrer em falta de decoro, e passar por um processo de cassação se passarem dos limites. Nicanor continua medindo ideias com Jairo, e sempre perdendo. Nicanor se expressa mal e Jairo mais refinado e com um Professor em Casa, leia-se Antônio Epitácio-, humilha Nicanor sem dó nem piedade, só com a lábia. Chiquinho e Nicanor já se estranharam, mas fora das dependências da Casa de Leis, foi no gabinete do prefeito, quase se mataram. Sandoval e o ex-vereador Biro Tetê quase se pegaram. Sandoval e o ex-vereador Ivo Bazzannella, aquele gaúcho da porteira arriada, também se estranharam, nada grave. Até agora, só ficaram no quase. Só no barulho, só no disse que me disse, mas nunca nas vias de fatos. Menos mal, mas convenhamos chegar ao ponto de se atracarem na Casa? É para isso mesmo que elegemos esses senhores? São esses mesmos que nos representam na Casa de Leis? Bom, cada povo tem os políticos que merecem, então tá, briguem. Não se sabe, se teremos os próximos capítulos, tudo indica que sim. Esperemos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here