Moro fica, mas cheiro de fritura está no ar;indisposição entre ministro da Justiça e Bolsonaro dão novo cenário de crise na gestão federal.

por:Paulo da Silva, com informações do OGlobo.

O ministro da Justiça de Jair Bolsonaro ameaçou pedir as contas, caso o presidente altere o comando da Polícia Federal. Moro deseja um nome de sua confiança e suas vontades vão contra as do presidente.

O nome de agrado de Bolsonaro é o delegado Anderson Torres, atual secretário de Segurança Pública do governo do Distrito Federal-DF. O nome tem a oposição de Sergio Moro. As articulações de Torres ocorre por meio político o que deixou Moro ainda mais nervoso. É tudo o que Moro não quer e são os passos que o presidente tem tomado com a ideia de isolar Rodrigo Maia. O mais novo nome, Nelson Torres é estratégia do centrão, alvos de investigações da Lava-jato.

Moro defende o nome de Fabiano Bordignon, também visto com bons olhos na PF. Fabiano é o atual diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).Ele atendia como chefe da delegacia da PF em Foz do Iguaçu(PR) antes de ser levado por Moro para dirigir o Depen, no início de sua gestão como ministro da Justiça.

Por enquanto, Moro fica, apesar de ser claro seu enfraquecimento junto ao governo Bolsonaro. Assim também ocorreu com Henrique Mandetta, tem fritura no ar. Aguardemos novos capítulos.

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