O candidato ao Planalto, Fernando Haddad(PT), foi o último entrevistado na bancada do Jornal Nacional da TV Globo. Durante todo o tempo os âncoras do noticioso não permitia que o candidato petista concluísse os questionamentos.

Haddad foi questionado sobre sua biografia política e foi também confrontado sobre o que foi na visão dos globais como erros enquanto tanto Lula quanto Dilma estavam no comando do país. “O eleitor foi induzido ao erro”, disse Haddad se referindo quando numa época por contas das noticias na mídia o PT foi demonizado.

Durante a entrevista o candidato defendeu o legado petista  da distribuição de renda e investimentos nas áreas sociais e fez comparativos ao ser questionado pelo grande número de desempregados hoje.

Haddad não aceitou o termo poste, ao ser indicado por Lula na disputa pela prefeitura de São Paulo. Que sua atuação como Ministro da Educação foram o destaque do governo petista o que o projetou para a disputa vitoriosa para a prefeitura paulistana. O candidato petista foi questionado pelas nomeações ao judiciário feitas por Lula e Dilma. O questionamento do entrevistador chefe do JN, William Bonner  se colocava por apontar que esses mesmos membros do judiciário sem manifestavam contra lideranças petistas investigadas, Haddad relatou que os governos petistas nunca interferiram e nem partidarizaram a ala do judiciário. 

Haddad ainda cutucou a TV Globo que segundo ele também é investigada e criticou a prática de delação premiada, em que lideranças petistas  foram punidas por conta de delatores.

Em uma das partes da entrevista, Haddad citou uma recente entrevista dada a um importante jornal do país em que o PSDB  faz uma mea culpa por conta dos caos gerados por conta de posturas, após as eleições de 2016, no qual o senador Aécio Neves na época presidente do partido não admitiu a derrota e aliado a Eduardo Cunha aprovou as pautas bombas que inviabilizaram o país.