Estão prontas, mas sem moradores: agora a burocracia.

As casinhas do loteamento do Amarra Cabelo, nas proximidades do bairro Marcelino ainda enfrenta a longa fila da burocracia documental. Sem previsão de entregas, os sorteados ainda passam por processo de documentação das famílias que foram sorteadas em agosto do ano passado.

Uma espera de 11 anos, iniciada na então gestão Maura Jajah do MDB, ainda vai estender-se por mais um longo período. De acordo com Jani Maria Cunico, em entrevista ao PNEWS– ela responde pela pasta da Promoção e Assistência Social, “alguns documentos tiveram que ser refeitos. Estavam rasurados e antigos e a Caixa Econômica é rígidas com os documentos” declarou. “Se as pessoas perderem prazos irão também perder o direito, a moradia”, relatou.

As casas fazem parte do Programa Casa Verde e Amarela – Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). A obra que estava parada desde da gestão Maura foi retomada no ultimo ano da primeira gestão William. O governo do Estado fez um investimento de R$ 1 milhão. São 57 casas no loteamento. Para os ribeirinhos, 28 casas já estão.

Todos tiveram de fazer uma nova inscrição. Foram 450 inscritos e depois, pela filtragem para que fosse preenchidos alguns critérios: idosos e pessoas especiais, restaram 415 para o sorteio de 57 moradias.

Outro detalhe, as casinhas não serão de graça. Os sorteados terão que arcar com as prestações que oscilarão entre R$ 80 e R$ 270 com prazo de 10 anos para a quitação do imóvel junto ao banco credor.

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