Categoria se reuniu ontem e agendam manifestação e não descartam greve na rede municipal de ensino.

O presidente Jair Bolsonaro concedeu o reajuste de 33,24% para o magistério, entretanto o prefeito de Pedro Gomes, William Fontoura (PP) quer conceder apenas 10% para a classe, conforme relata uma nota divulgada pela presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, o Sinserm, Maria José.

A proposta é recusada pelos profissionais da Educação que planejam manifestação pública e não descaram greve na rede municipal de ensino, para exigir o direito constitucional garantido, aprovado em julho de 2008, quando foi implantado no governo do ex-presidente Luiz Inácio da Silva (PT).

As regras do fundo foram alteradas em 2020, entre elas estão o aumento da participação da União nos recursos, o que aumenta o valor por aluno. Com isso, o piso salarial dos Professores da Educação básica em todo o país nas redes públicas estaduais e municipais passa de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,63.

Em nota divulgada, após reunião com sindicalizados, onde discutida a valorização da Lei do Magistério que prevê o reajuste de Professores para que seja atrelado ao valor por aluno anual do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e da Valorização dos Profissionais da Educação). A ação é vista como principal instrumento de financiamento da área para a valorização dos profissionais nas sala de aula.

“Os Professores da rede municipal de ensino estão em alerta, diante dos comentários do prefeito prefeito de Pedro Gomes, senhor William Fontoura de dar apenas 10% de reajuste para a categoria. Pagar piso é lei, se não houver cumprimento da lei os Professores estão decidido entrarem em greve.” diz trecho da nota.

O que diz a pasta da Educação

O PNEWS entrou em contato com o secretario de Educação, Gustavo Mota que declarou ser favorável ao aumento, mas que isso é uma discussão da parte financeira do município. Que não está nada certo ainda. Estão sendo feitos estudos para saber quais serão os impactos nas finanças da prefeitura. A gestão teme não poder arcar sozinha com os custos já que terá que conceder em maio o reajuste para todo o funcionalismo.

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