É para festar e não brigar.

Não dá para compreender, como alguém sai de casa para ir se divertir numa festa e chega no local, arruma briga? Talvez Freud explique. Foi reaberta a Ohsherry neste último sábado 2, muita gente se divertiu, dançou riu, viu as pessoas, tipo as mesmas pessoas, fazer o que né. Mas foi bom, relata quem foi.

Mas, também o que não passou despercebido foi as confusões, as baixarias que atraem as atenções dos presentes. Uns olham para depois ficar contando de boca em boca ou por pura curiosidade mesmo. Então seguimos os registros dos fatos, e perdoe-me as expressões e adjetivos somados mas, toda história precisa de um bom polimento e modéstia a parte me esforço para poder contar tudinho e mais um pouco para vocês. Afinal de contas, se não quiser virar notícias não saia de casa, e se sair e aprontar, aguente as consequências. Confira os dois episódios que teve até registro policial.

 

Um foi de um jovem de 21 anos, que chegou acompanhado de uma menor e os seguranças do local não deixou entrar. É regra da casa, menor não entra. Afinal não era matinê. Fez um rolo, ameaçou até buscar uma faca coqueiro em casa, mas que iria entrar iria com sua mina, iria. Entrou nada, os seguranças não deixaram e acionaram o 190. A polícia chegou e daí ele ficou nervoso, por que ele é daqueles que quando vê o camburão começa a tremer, suar, com taquicardia, tem uns que até choram. Para disfarçar dá uma de valente, bufa feito um cavalo bravo, berra, esperneia e quer medir força com os milicos. Perda de tempo. Foi contido sem esforço e colocado no compartimento de presos após cuspir no coturno que reluzia de tão brilhoso de limpo de um  policial que tinha lavado e lustrado para atuar no plantão. Espia que audácia, que atrevimento. Pois bem, foi preso.

Um outro furdunço se deu com uma mulher de 29 anos. Ela “esbarrou” em seu ex-companheiro na festa que marcava a reinauguração da danceteria. Foi a deixa para uma série de confusão que foi “morrer” na delegacia.

Então, a mulher tem uma medida de proteção contra esse macho que o restringe por um espaço de 300 metros da mulher. Ufa né-, aí vocês imaginam o espaço pequeno que é aquela danceteria, certamente a medida não seria cumprida.

Pois bem, continuemos para informar a todos onde tudo isso foi parar. O macho, todo arrumadinho, cheirando aqueles perfumes que vende na Avon e que dói até o miolo da cabeça, estava acompanhado de uma rapariga. Ele, todo pomposo, peito estufado, nariz empinado, cervejinha na mão… transitando para lá e para cá. Todo boêmio, todo prosa.

Na hora do rala bucho, do esfrega esfrega, a atual companheira esbarrou na outra mulher que a princípio não deu lugar para a provocação e deixou para lá. Segue o baile.

Só que lá fora, na calçada o covardão bateu na ex-mulher. Deu socos, deixando a coitada toda machucada e virou fumaça, parece ter cavado um buraco e se enterrado. Sim pois, a polícia o procurou como se procurasse uma agulha no palheiro-, mas não o localizou. Ah, que peninha!

A mulher toda machucada foi levada para o hospital, levou uma injeção na região glútea, daquelas bem doida, que dói até a alma e depois foi deixada em casa.

O boletim policial foi registrado e a polícia está a espera do valentão para trocar umas ideias. E, fim!

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