MP ainda acusa Enelto de usar de recursos da municipalidade para favorecer sua imagem. Ação ainda cabe recurso por parte do atual prefeito.

por:Redação, com Idest

Uma ação do Ministério Público Estadual, acusa o prefeito Enelto Ramos (DEM) pela prática de condutas irregulares  quando disputava a sua reeleição no ano passado. Enelto teria se aproveitado da influência política e usado recursos Erário municipal para enaltecer a sua imagem como forma de propaganda irregular exaltando sua atuação a frente do poder executivo. Os fatos ocorreram em período eleitoral e a exaltação do nome do hoje reeleito Enelto chamou a atenção do Ministério Público. A ação também atinge o atual vice-prefeito Valter Rodrigues.

Da outra vez foi usado a esmo, as bananas, lembram?

A Promotoria não tem dúvida que as ações do chefe atual do executivo, era expor a sua imagem por meio da publicidade institucional. Com farto recursos de provas anexadas, o que configura abuso de poder o que configura crime-, logo o cancelamento de registro ou do diploma, conforme específica o art. 74 da Lei 9504/97.

De acordo com MP Enelto se beneficiou por utilizar bens, móveis e até servidores da administração, violando com isso a proibição contida no artigo 73, inciso I, da Lei 9.504/97.

Enelto virou até super-herói 

A bajulação a imagem de Enelto foi tanta que ele até saiu do campo humano para ser endeusado. Tinha até uma montagem de que Enelto por ser tão bom, mas tão bom, mas tão bom, que virou super-herói, durante a campanha eleitoral. Pelo jeito não houve limites na exploração da imagem do prefeito.

Enelto se aproveitou da influência política e de uso dos recursos da municipalidade, praticando condutas que violaram o princípio da isonomia no processo eleitoral em prol de sua reeleição, destacou o Ministério Público. Enelto fomentou com isso a desigualdade e deu prejuízos de oportunidades entre os candidatos na corrida eleitoral. Enelto teria pessoalizado as obras em seu favor, manipulando a opinião pública para a obtenção de vantagem ilícita no pleito eleitoral, acentua o MP.

O MP já teria recomendado Enelto por conta desta prática, por meio de email ao seu gabinete. Ou seja, ele estava ciente dos fatos de que não poderia realizar propaganda institucional no intuito de evitar esse tipo de ação.

Aprova do eventual crime apontado por Enelto durante o pleito está amplamente divulgado no site da prefeitura e também em páginas nas redes sociais. São notícias que exaltam a esmo as atuações de Enelto em pleno pleito eleitoral. Diante de provas incontestes o MP pede portanto o cancelamento de registro e diploma nos termos do artigo 74 da Lei 9504/97 do prefeito Enelto Ramos e de seu vice, Valter Rodrigues.

Apertado pelo MP, Enelto tentou até por a culpa em seus funcionários e ainda tentou desacreditar a ação do MP alegando ser notícias relacionadas a sua administração somente com o intuito de informar o cidadão sonorense.

A ação de investigação está disponível no Ministério Público Eleitoral, Promotoria Eleitoral de Sonora na 26ª Zona Eleitoral sob o nº 0600371-912020.6.12.0026.

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